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Curso de Reflexologia (Grátis)

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É uma técnica específica de pressão que atua em pontos reflexos precisos dos pés com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo.

É uma ciência porque se baseia no estudo fisiológico e neurológico. É também uma arte porque muita coisa depende da habilidade com que o terapeuta aplica o seu conhecimento.

Instituto da Consciência está com inscrições abertas para curso gratuito.

Vagas limitadas à 20 pessoas.
Fone: 5093-3720
E-mail: secretaria@institutodaconsciencia.com.br
Local: Metro Santa Cruz, (São Paulo – SP)
www.institutodaconsciencia.com.br

 

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Por: JGA

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LOBOTOMIA

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Hoje tida como uma prática bárbara, a técnica, cujo nome mais apropriado é leucotomia, chegou a ser considerada uma cura milagrosa para doenças mentais como esquizofrenia e depressão.

O procedimento envolvia a inserção de um instrumento cortante no cérebro por meio de duas perfurações no crânio, uma de cada lado da cabeça. O médico então movia o instrumento de um lado para o outro, cortando as conexões entre os lobos frontais e o resto do cérebro.

Considerada a técnica pioneira e de maior sucesso na psicocirurgia. a  técnica foi desenvolvida pelo médico neurologista português Antônio Caetano de Abreu Freire Egas Moniz, realizando-a pela primeira vez no ano de 1935.

Assim que surgiram os primeiros medicamentos antipsicócitos, essa técnica foi abandonada, sendo banida de grande parte do mundo na década de 50. Atualmente, o uso dessa técnica é considerado como um dos episódios mais bárbaros da história da Psiquiatria.

Rosemary Kennedy(irmã do presidente Kennedy) foi submetida a técnica da LOBOTOMIA, desde pequena Rose apresentava comportamento diferenciado de seus irmãos e de outras crianças, na adolescência segundo consta começou a apresentar alterações de comportamento. Mas há quem diga que Rose era uma moça com postura avançada para sua época e isso incomodava as pessoas, por isso a submeteram á lobotomia,depois disso ela se tornou abobada.

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Fonte Pesquisa: Google

Por: JGA

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SER PUBLICITÁRIO É…..

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POR Bruno Lessa.

É ter jingles entre suas músicas favoritas.

É ter 1001 utilidades, é ser assim uma Brastemp, é saber que impossible is nothing.

É poder seguir dezenas de carreiras sem sair da mesma profissão.

É ser poeta, advogado, comediante e pasteleiro. Diariamente.

É saber que uma boa ideia é mais transpiração do que inspiração.

É estar sempre um passo à frente.

É informar, divertir, vender…. e fazer a diferença na vida das pessoas.

É jurar para os amigos engenheiros e cirurgiões que o seu trabalho é tão sério e importante como o deles.

É ser a ponte entre uma marca e seus consumidores.

É sentir prazer em ligar a TV para assitir comerciais e não a programação normal.

É não se importar em muitas vezes ganhar pouco e trabalhar muito, mas se sentir realizado por aquilo que faz.

É saber que ideias, por mais intangíveis que sejam, possuem extremo valor.

É transformar em mídia todo espaço que vê à sua frente.

É não ter medo de ousar ou errar, é dar a cara a tapas e adorar isso.

É saber que um dia nunca será igual ao outro.

É não ser mais um.

É ter a certeza de ter escolhido a melhor profissão do mundo.

 

Rsrsrs, bem por aí.

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Por: JGA

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LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!

ImagemSegundo o CONAR (Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária), no fim dos anos 70, o governo federal pensava em sancionar uma lei criando uma espécie de censura prévia à propaganda. Diante dessa ameaça, uma resposta inspirada: autorregulamentação, sintetizada num Código, que teria a função de zelar pela liberdade de expressão comercial e defender os interesses das partes envolvidas no mercado publicitário, inclusive os do consumidor. A idéia brotou naturalmente a partir do modelo inglês e ganhou força pelas mãos de alguns dos maiores nomes da publicidade brasileira. Mauro Salles e Caio Domingues, reconhecidos como principais redatores do Código, secundados por Petrônio Correa, Luiz Fernando Furquim de Campos e Dionísio Poli, representando respectivamente as agências, os anunciantes e os veículos de comunicação. articularam longa e pacientemente o reconhecimento do Código pelas autoridades federais, convencendo-as a engavetar o projeto de censura prévia e confiar que a própria publicidade brasileira era madura o bastante para se auto-regulamentar.

O mais engraçado é que até hoje não existe um Conselho que represente a classe publicitária, sim por que o CONAR, representa as Agências e os serviços prestados na área de Propaganda, e não o profissional diretamente. Mas também se pararmos para pensar, não tem como REGULAMENTAR a CRIATIVIDADE.

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Por: JGA