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Michelly Novo

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Área de Atuação: Fotografia

Cidade: São Paulo – SP

Postura Urbana:  Fotografia é uma arte ímpar, como começou nessa área?

Michelly Novo: A fotografia faz parte da minha vida desde criança, percebi isso, quando comecei a ver os álbuns da família e nunca achava retratos ou fotografias minhas, sempre fui a fotógrafa oficial da família em eventos, sempre estive atrás das câmeras, nunca de frente para as lentes (rs). Estudava Administração de Empresas, mas não era feliz, em 2005 resolvi trancar o curso, e  estudar fotografia, demorou  alguns anos, mas em 2007  quis me profissionalizar, e me formei como técnica em fotografia pela escola Senac São Paulo, ainda em 2007 comecei a realizar alguns trabalhos, comecei com Eventos Sociais.

Postura urbana: O que você mais gosta de clicar?

Michelly Novo:  Muito difícil responder essa questão, qual a preferência dos meus clicks, (rs) ; porque, quando pego meu equipamento, não importa o que irei clicar, eu simplesmente amo fotografar, me identifico com fotografias de esportes radicais, e a natureza, adoro fotografar o surf e o skate, acho que é porque pratico essas 2 modalidades, e me sinto em casa, viajo muito, sempre que dá carrego meus equipamentos, e acabo clicando na hora do meu lazer a natureza. Venho realizando nesses últimos anos alguns trabalhos com mulheres grávidas, estou amando; sinto nitidamente a cada clique, o amor, no olhar de cada uma dessas mulheres, e é isso que eu quero passar, sentimento vibrações nas minhas fotografias, e me sinto realizada.

Postura Urbana: Se pudesse definir a fotografia em uma palavra, qual seria?

Michelly Novo: Sentimentos ou sensações ou até mesmo recordações, (rs)

Postura Urbana: Diga uma personalidade que você gostaria de fotografar e por que?

Michelly Novo: Pra falar a verdade nunca pensei sobre isso, não tenho vontade de fotografar uma personalidade, já passou em  minha mente, um projeto, de passar uns dias acompanhando a vida de um surfista profissional, fotografando seu dia a dia, acho que seria bem bacana. Quem sabe um dia coloco em pratica esse projeto.

Postura Urbana: Como é seu dia a dia?

Michelly Novo: Meu dia a dia é bem corrido, quem trabalha com a fotografia sabe, ou é clicando ou editando imagens, contato com os clientes, mas é muito gratificante, porque essa é a vida que eu escolhi, e se você faz o que gosta,  você faz com muito mais prazer.

Postura Urbana: O que diria pra quem está começando?

Michelly Novo: Não é nada fácil, acho que em qualquer profissão o começo é bem difícil, mas se é um sonho, temos que persistir, amar o que se faz, se dedicar, ficar atento com novidades, estudar bastante, se arriscar sempre e inovar.

Mi, o Postura Urbana agradece a entrevista, parabéns pelo trabalho . POSITIVIDADE!!!

Imagens: Arquivo Pessoal

Por: JGA

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ONG GATO UAI

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O trabalho precisa continuar, quem puder AJUDAR, AGRADEÇO!!!

https://www.facebook.com/groups/rateiogatouai/

Postado por Juliana Gateira Martoni

Amigos:
Gostaria de agradecer a todos que ajudam no Gato UAI por acreditarem no nosso trabalho e nos ajudarmos sempre.
Mais do que nunca precisamos contar com a ajuda de vocês.
Precisamos construir mais 3 gatis pra que possamos acolher mais gatinhas grávidas que necessitam de isolamento para terem seus gatinhos em paz e com sossego.
Sabemos que não podemos salvar todos os gatinhos do mundo, mas nosso foco são gatas grávidas e/ou com filhotes pq são os que mais correm perigo pela fragilidade.
Contamos com a divulgação do Grupo de Rateio para que mais pessoas possam contribuir e nos ajudar a continuar nosso trabalho.
Ajudem-nos no Rateio, com divulgação e comprando nossas rifas. Toda colaboração é bem vinda!
Muito obrigada!
Administradores Gato UAI.

Imagem: Google Imagens

Por: JGA

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O Ser HUMANO

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Engraçado que muitas vezes nos esquecemos de quão frágeis somos, de que nossa condição ANIMALESCA vai aflorar em qualquer situação, onde temos que lutar pela SOBREVIVÊNCIA. E pensar que tem tanta gente vestida com a carcaça da ARROGÂNCIA, que ridículo isso. Mais cedo ou mais tarde, por uma situação de morte, doença, ou até mesmo necessidade, a vida nos ensina que REPARTIR, é muito melhor que ESCONDER, nos ensina que, nossos SENTIMENTOS vem à tona, e que entre Risos e Lágrimas são feitos nossos momentos.

Ontem visitei a Exposição CAMPO DE REFUGIADOS, um PROJETO dos MÉDICOS SEM FRONTEIRA, trabalho realizado com louvor, PARABENIZO  todos os profissionais envolvidos.

Tantas histórias, muitas dificuldades. Aprender ou Reaprender a viver em grupo, a consumir de 10 a 15 litros de água/dia, isso p/ beber, fazer refeição e higiene. Conviver com doentes, dividir a pouca comida. Nessas horas, é que temos certeza que nossa Condição HUMANA nos APROXIMA.

Imagens: Arquivo Pessoal

Por: JGA

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Exposição “Campo de Refugiados no Coração da Cidade”

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Na Arena de Eventos do Parque do Ibirapuera, está acontecendo a EXPOSIÇÃO sobre o trabalho dos Médicos Sem Fronteiras, a exposição é interativa e retrata a realidade vivida por profissionais que trabalham nos campos de refugiados de países como o Quênia por exemplo.

Em 2012 as equipes de MSF prestaram assistência médico humanitária para refugiados e deslocados internos em mais de 30 países; oferecendo tratamentos contra a desnutrição, cuidados de saúde básica, vacinação e saúde mental, além de construir latrinas e postos nos quais a água encontrada em locais próximos ao campo – geralmente contaminada – é tratada e distribuída às famílias.

Até dia 15/09/13 (Atrás do Museu Afro), entrada GRATUITA!!!

Imagens: Google Imagens

Por: JGA

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Beatriz Angelini

Bia

Área de Atuação: Entretenimento

Cidade: São Paulo – SP

Bia é Publicitária e trabalha com Carnaval.

Postura Urbana: Existe muito preconceito em relação ao carnaval, mas é sabido que há muito trabalho por trás, o que pensa sobre isso ?

Beatriz Angelini: Existe muito preconceito! Não é pouco não, é muito! As pessoas não compreendem o carnaval, acham que é baderna, bagunça, brincadeira. O que as pessoas precisam se conscientizar é que existe um trabalho muito sério por trás, muito comprometido, muito criterioso, além de empregar muita gente, grandes artistas, pessoas de muito talento, verdadeiros guerreiros! Acredito que a profissionalização do carnaval seria um grande avanço para ter outra visibilidade. As pessoas costumam pré-julgar o que elas não conhecem. Vão lá conhecer, vão ver como é que é. Para vocês terem uma ideia de como é isso, um conhecido me perguntou uma vez: Bia, de onde vem os carros alegóricos? Ele não tinha conhecimento de que aquilo tudo era um trabalho intenso feito por muitas pessoas, ele achou que os carros eram importados ou por um milagre de Deus, eles teriam caído do céu. Pasmem mas esse fato é verdade.
É um trabalho belíssimo, o desfile enriquece e alegra as nossas vidas, existe muita mensagem em um desfile de carnaval, ele aproxima e une as pessoas. As pessoas são o que elas quiserem ser, é onde se colocando uma máscara, cai-se a máscara. E quem nunca foi pelo menos naquele momento será;” O Rei ou a Rainha” dessa grande festa. Uma sensação única, quem nunca desfilou e vai a primeira vez se apaixona e não pára mais de ir… É a magia do carnaval, ele faz isso com as pessoas.

Postura Urbana: Como começou sua história com o carnaval ?

Beatriz Angelini: Ah, a minha história com o carnaval começou cedo nas grandes festas em Ubatuba que a minha tia organizava. Eu não queria perder uma festa, ela comprava quilos e quilos de confete e serpentina, e minha avó confeccionava as nossas fantasias. Eu era uma criança e lembro que eu ficava assistindo aos desfiles pela TV até amanhecer e torcendo pela Mangueira! Sim, isso mesmo, sempre fui Mangueirense, desde pequena. Comecei a ir para o Rio em 2001, todo ano, até hoje, eu vou. O carnaval de São Paulo aconteceu depois onde eu conheci pessoas que me estenderem o braço e me receberam de braços abertos, são pessoas que são muito especiais para mim e que serei muito grata por toda a minha vida, hoje eu os considero como minha segunda família. É uma história que não terá fim, é um caso de amor eterno que ainda terá muita história para contar… Aguardem!!

Postura Urbana: Além da Mangueira, qual outra escola você gosta ?

Beatriz Angelini: Eu gosto de todas as escolas de samba mas a Mangueira é a minha base, é onde eu me entendo por gente, minha escola do coração. Sou Verde e Rosa até o fim! Conheço mais o carnaval carioca do que o de São Paulo, porém trabalho mais no carnaval de São Paulo do que do Rio.

Postura Urbana: Como se define musicalmente ?

Beatriz Angelini: Gosto da música que me toca, da melodia que me encanta, daquele som que me faz sonhar e me faz emocionar, independente de qual categoria musical. Eu nasci cantando e com um ano de idade já sabia a letra de uma música de cor, podem perguntar para a minha mãe, sintam-se a vontade, (risos). Sem música eu não vivo, eu fico sem televisão mas sem música nunca! (risos).

Postura Urbana: Comparando São Paulo e Rio, você acha que os cariocas ainda nos superam na avenida ?

Beatriz Angelini: O carnaval de São Paulo cresceu muito. São carnavais totalmente diferentes, No Rio eles tem um maior incentivo financeiro e também respiram samba desde a hora que acordam até a hora que vão dormir, já tomam café da manhã com um pandeiro na mão. São cidades diferentes e o carnaval será de acordo como a cidade age, como a cidade é.

Postura Urbana: O que acha do carnaval de rua e do carnaval de trios elétricos que acontecem no nordeste.

Beatriz Angelini: O meu negócio sempre foi escola de samba!
Gostava do carnaval de salão pela tradição das marchinhas e consequentemente preserva-se a história do carnaval. Os blocos de rua são muito significativos e interessantes e estão aí, voltando cada vez mais com muita força. Já os trios elétricos perderam um pouco a identidade do carnaval.

Postura Urbana: Fale de seu dia a dia

Beatriz Angelini: Meu dia a dia? Hummmmmmmmm………………….

Vivo e respiro carnaval todos os dias !!!! (risos).

  

Bia, o Postura Urbana agradece a entrevista, SUCESSO!!!

Imagens: Arquivo Pessoal

Por: JGA

 

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