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Absorvente Feminino, qual sua história?

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Não se sabe ao certo como apareceu o absorvente feminino, no fim do século 19 houveram alguns experimentos, no início do século XX as mulheres ainda usavam as tais toalhinhas higiênicas feitas de tecidos nem sempre confortáveis, eram usadas, lavadas e reutilizadas, aff um transtorno.

Na década de 30. chegou ao Brasil o Modess, o primeiro absorvente descartável vendido no país, daí o surgimento do Bordão: “Incomodada ficava sua avó.

Ainda hoje menstruar é um INCÔMODO eu mesma nessa lida há + de 20 anos, (nossa, tb menstruei ainda na pré adolescência)até hoje pra mim é um tormento cada vez maior, ODEIO.

Porém atualmente, temos inúmeros absorventes no mercado, absorventes externos e internos e cada mulher usa o que lhe for mais confortável, lhe seja mais anatômico e atenda a demanda de seu fluxo.

Já que a menstruação existe que seja mais amena possível sua passagem. 🙂

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Linha do tempo do absorvente:

1854

Inventores americanos registram as primeiras patentes de um cinto com tecidos absorventes laváveis, para substituir as antigas toalhinhas usadas até então.

1890

Na Alemanha, surge o primeiro absorvente descartável, o Hartmann’s, uma bandagem vendida em caixa com seis unidades. Anos depois, o produto chega à Inglaterra e aos Estados Unidos.

1894

Inventores alemães criam uma calcinha com uma espécie de cinto lavável acoplado. A criação, porém, não faz sucesso e logo cai em desuso.

DÉCADA DE 30

O Modess, da Johnson & Johnson, é o primeiro absorvente descartável a chegar ao Brasil. O produto, que era importado de fábricas nos Estados Unidos, só começou a ser industrializado aqui em 1945.

1933

Os primeiros absorventes internos são patenteados nos Estados Unidos. Quatro anos depois, o médico americano Earle Haas coloca à venda o Tampax, o pioneiro produto interno com aplicador.

1974

No Brasil é lançado o O.B., o primeiro absorvente interno no país. O nome vem de ohne binde, expressão alemã que significa algo como “sem toalha”.

Fonte de pesquisa:

Mundo Estranho/Ed.Abril

Por: JGA

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Exposição Cores do Brasil

Design e Moda, Criatividade e Funcionalidade, Estética e Responsabilidade Social

Onde?

OCA Parque do Ibirapuera

Quando?

 3 de julho a 2 de agosto

de terça a domingo, das 9h às 17h

Informações:

5574-5505

Quanto?

Grátis

 

 

Por: JGA

Leticia Tomaz

Profissão: Artesã

Cidade: Jacareí – SP

Digital Camera

Postura Urbana: Como começou a trabalhar com artesanato?
Leticia Tomaz – Comecei  devido a uma depressão pós parto, tinha que fazer algo que fizesse com que voltasse a ter interesse pela vida; eu sempre gostei de  criar coisas,  juntei a necessidade de me curar com minha criatividade.
Postura Urbana:  Fez cursos na área? Se sim, qual?
Leticia Tomaz –  No inicio não, mas como fui conquistando mercado as pessoas começaram a gostar do meu trabalho, fiz alguns (pintura em madeira, cerâmica e tecidos, restauração de móveis), tudo que aparece, se tenho tempo  faço,  creio eu, que é melhor fazer qualquer coisa que agregue conhecimentos do que não fazer nada.
 Postura Urbana: Como é seu processo criativo?
 Leticia Tomaz –  Então…eu preciso conhecer a pessoa que vai ganhar o presente, gosto de saber como ela é, cor preferida, o que gosta de fazer, é muito louco, sempre permito que o cliente expresse sua ideia, aí tento me colocar no lugar  de quem será presenteado, dificilmente erro; é mágico!!!!
Postura Urbana: Tem algum artista que te inspira?
 Leticia Tomaz –  Romero Brito, amo as cores …. estou  pintando um pilão no estilo dele vai ficar show….aguarde!
 Postura Urbana: O qua acha da desvalorização do artesanato no Brasil?
 Leticia Tomaz –  Olha Jo, é triste, tenho a impressão de que, tudo que é feito com as mãos neste país, não tem valor, se as pessoas tivessem noção de como colocamos  amor em cada peça. Mas é o que sempre digo, arte é pra quem gosta e pode comprar, e infelizmente nem todos podem e não fomos educados para isso. Mas tem o lado bom, com o MEI (Micro Empreendedor individual),  ficou bem mais fácil  e te falo algo, por mais decepcionada que eu possa ficar, o olhar do cliente quando vê a peça pronta é gratificante!
 Postura Urbana:  Conte um pouco do seu dia a dia,
  Leticia Tomaz -Como trabalho em casa , a coisa aqui é corrida, enquanto o Pedro(filho) está na escola, eu trabalho no ateliê, como tudo tem um processo de criação dá pra conciliar as tarefas domésticas com o ateliê; quando tem muitas encomendas, viro a madrugada. Mas… é muito bom!
 Postura Urbana:  Você tem um catálogo de produtos, ou trabalha por encomenda?
  Leticia Tomaz – Sim, trabalho em conjunto com uma loja  que me fornece o catálogo, aí fica mais fácil,  o cliente escolhe a peça. Tenho também um marceneiro que me socorre quando é algo sobrenatural, prefiro fazer o que me dá vontade,  um dia chego lá…!
 Obrigada minha linda e bjs na alma.
🙂
Peças criadas por Leticia.
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Le querida, parabéns pelo lindo trabalho que realiza, o
Postura Urbana agradece a entrevista, SUCESSO!!!
Por: JGA